O Corinthians protagonizou um verdadeiro vexame na Neo Química Arena ao perder para a Chapecoense por 2 a 1 no último domingo, em duelo válido pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time abriu o placar com um minuto de jogo, mas levou a virada contra o lanterna do torneio e ouviu vaias e protestos merecidos após o apito final. Agora, a equipe precisa religar o alerta na Série A, porque, com três transferbans nas costas, o Alvinegro paulista está vendo os times que brigam contra o rebaixamento se reforçarem e pode ficar para trás na briga contra a queda este ano.
Como foi o jogo?
Primeiro tempo: Do sonho ao pesadelo
O técnico Fernando Diniz foi obrigado a mexer na escalação do Corinthians em meio aos desfalques para o confronto. O Timão chegou ao duelo com nove baixas entre suspensos e lesionados. No setor defensivo, Hugo Souza deu lugar a Kauê, e Gabriel Paulista saiu para a entrada de João Pedro Tchoca. Já no meio-campo, Carrillo ganhou a vaga de Raniele, e Breno Bidon retornou ao time titular após cumprir suspensão, substituindo Dieguinho. Tal formação deixou a dupla Kaio César e Memphis no comando do ataque corintiano.
O Corinthians teve o início dos sonhos na Neo Química Arena. Com menos de um minuto, Memphis sofreu falta perto da grande área e já levou o meia da Chapecoense a receber amarelo. Garro alçou bola para a área e, na sobra, Bidu aproveitou a indecisão dos defensores rivais e pegou de primeira para abrir o placar contra o lanterna do campeonato, não fazendo mais do que sua obrigação. Ao marcar o primeiro gol rapidamente, o Timão teve toda a tranquilidade do mundo para jogar da forma que achasse mais confortável.
Mesmo com a vantagem no placar, o Timão se manteve em cima da Chapecoense nos 10 primeiros minutos. A equipe alvinegra encontrou espaços pelo lado esquerdo, com a dobradinha Bidu-Bidon. Depois de balançar as redes, o time corintiano seguiu tendo muito volume e posse de bola, mas, passados 20 minutos, não foi capaz de transformar isso em mais oportunidades claras de gol. Além disso, deixou a Chape começar a se ‘assanhar’ um pouco mais, vendo a equipe rival trocar mais passes e promover a saída de bola de forma organizada, sem grande pressão corintiana.
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