Após a eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, o Brasil terá como seus primeiros compromissos amistosos contra Austrália e Índia. Sobre o início de um novo ciclo de Copa, o Coordenador das Seleções Masculinas da CBF, Rodrigo Caetano, valorizou a escolha dos primeiros adversários e falou sobre renovação na equipe nacional.
O Brasil enfrenta a Austrália nos dias 25 de setembro, em Townsville, e 29, em Brisbane. Em seguida, o time comandado por Carlo Ancelotti viaja para a cidade de Calcutá para encarar a seleção da Índia, no dia 3 de outubro.
“Representar a Seleção Brasileira em qualquer partida, seja amistosa ou oficial, é sempre uma enorme responsabilidade. Ainda mais neste início de um novo ciclo, no qual buscamos ter mais tranquilidade para chegar ao grande objetivo, que é 2030, com uma equipe sólida e ainda mais preparada do que em 2026.”, disse Caetano.
“Vamos enfrentar a Austrália, uma equipe que se classificou na fase de grupos (da Copa) e, apesar da eliminação na fase seguinte, mostrou uma evolução muito significativa. Depois, teremos a Índia, um confronto que vai além do aspecto técnico. Existe também um sentimento de gratidão, já que os indianos demonstraram, especialmente durante a Copa do Mundo, um enorme carinho e apoio à Seleção Brasileira. Nada mais justo do que retribuir isso em campo, com respeito e buscando fazer um grande jogo.”, acrescentou.
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Novos nomes
Após Ancelotti confirmar que o Brasil passará por uma renovação de jogadores, encerrando o ciclo de atletas mais velhos e buscando novos talentos, o dirigente falou sobre a prospecção da nova geração.
“Em relação ao elenco, muitos dos nomes que estamos observando desde a retomada do trabalho fazem parte de um processo de rejuvenescimento da Seleção. Pensando em um ciclo mais longo, temos convicção de que novos talentos vão surgir, principalmente das categorias de base. Não apenas da sub-20, mas também da sub-17, que pode revelar jogadores de alto nível.”, declarou.
“A comissão técnica, junto com o míster, já realizou reuniões muito produtivas com as equipes da base, sub-20 e sub-17, além de profissionais como Paulo Victor, Lucas, Dudu e Tutti, sempre com o objetivo de mapear e acompanhar novos talentos. Ao longo desse período, esses jogadores certamente terão oportunidades de serem testados.”, concluiu.
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